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Chegou
ao vértice depois de autênticas experiências, tendo sido
militar, depois, professor e animador entre os jovens.
Após as experiências de Conselheiro Geral e Vigário, regeu
a Congregação nos difíceis anos de pós-guerra, incitando-a
à unidade na vida espiritual fervorosa e no carisma de
Dom Bosco.
Pe. Ziggiotti foi o primeiro Reitor-Mor Salesiano que,
“passada a geração crescida na escola direta do fundador
Dom Bosco”, precisou “entrar nas fileiras” depois de um
excepcional serviço.
Seu reitorado no pós-guerra foi marcado além das normais
atividades de governo por uma extraordinária volta ao
mundo que levou o superior a um contato direto com a realidade
da Congregação. A viagem o fez conhecer todos os irmãos,
deu-lhe modo de confirmar e encorajar programações e particularmente
o impulsionou a reconstruir no espírito a unidade comunitária
que os acontecimentos bélicos tinham prejudicado com anos
de separação e segregação. Soube reconstruir democraticamente,
quase em festa, mas nem por isso menos incisivamente.
Se tinha o dom do comando que um pouco lhe provinha das
“origens” militares, sabia dissimulá-lo com grande
interioridade.
Vivia de Deus, vivia da Igreja. Vivia de Nossa Senhora
e de Dom Bosco. Conseqüentemente vivia para seus irmãos
e para sua missão.
Tão pouco pensava em si mesmo que, após o Concílio do
qual tinha participado com mente e coração de verdadeiro
filho da Igreja deixou o cargo de Superior e retirou-se
humildemente, antes como Reitor do Santuário Dom Bosco,
na colina dos Becchi, e depois em Albaré, no seu doce
Vêneto, até a morte.
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