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Dom Bosco
Padre dos jovens
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SUCESSORES DE DOM BOSCO

Miguel Rua | Paulo Álbera | Filippe Rinaldi | Pedro Ricaldoni | Renato Ziggiotti
Luís Rícceri | Egídio Viganó | Juan Edmundo Vecchi | Paschual Chavez


PASCUAL CHAVEZ

 

O P. Chávez é mexicano, nascido em Real de Catorce (San Luis de Potosì), zona mineira no coração do norte do México, dia 19 de dezembro de 1947. Depois de alguns anos, a família se transfere para Santillo (estado de Coahuila) onde Pascual freqüenta a escola salesiana “Colegio Mexico”; aí nasce a sua vocação e amadurece a intenção de seguir Dom Bosco. Faz a primeira profissão religiosa em agosto de 1964, em Coacalco, e em agosto de 1970 se torna salesiano com votos perpétuos em Guadalajara. Recebe o ministério diaconal em 10 de março de 1973 também em Guadalajara e, sempre na “Perla Tapatia”, capital do estado de Jalisco, dia 8 de dezembro de 1973, é ordenado sacerdote. Vive os primeiros anos de seu ministério na comunidade dos jovens salesianos em formação de Chapalita (Guadalajara). De 1975 a 1977 estuda em Roma, no Bíblico, onde obtém a licença em Sagrada Escritura.

O novo Reitor-Mor foi diretor do Instituto Teológico de San Pedro Tlaquepaque, de 1980 a 1988, onde ensinou Sagrada Escritura. De 1986 a 1989 é também conselheiro inspetorial da Inspetoria de México-Guadalajara. De 1989 a 1994 é inspetor da mesma Inspetoria, que compreende todo o norte do México até aos confins dos Estados Unidos. Em 1995 inicia o doutorado em Teologia Bíblica e reside em Madri-Carabanchel, onde fica até a obtenção do título na Universidade Pontifícia de Salamanca, Espanha. Em 1996, durante o CG24, é chamado por telefone pelo Reitor-Mor, P. Vecchi, que lhe propõe tornar-se conselheiro regional para a região Interamérica, embora não seja membro de direito desse Capítulo. Aceita a proposta, transfere-se à Casa Geral, em Roma, onde reside atualmente.
Além do CG25, o P. Chávez participou como capitular também do CG23, de 1990, para o qual trabalhou como membro da Comissão pré-capitular.

A língua-mãe do P. Pascual é o espanhol, mas fala corretamente o inglês e o italiano. Compreende também o alemão, o francês e o hebraico.
Além de possuir títulos eclesiásticos, o P. Chávez obteve o título de ensino basilar de matérias científicas. Uma e outra formação tornaram-no um homem concretamente espiritual.
E’ uma pessoa inteligente e mentalmente organizada, de diálogo, que enfrenta os problemas imediatamente, sem adiá-los para outros tempos. Sabe captar as problemáticas e enfrentá-las pela raiz com tenacidade e constância, envolvendo as partes em causa e encaminhando-se às soluções entrevistas. Sabe ser acessível e próximo sem ser paternalista. Pessoa preparada, profunda e pragmática, levou a termo cada um de seus empenhos de estudo nos tempos limitados, entre um encargo de responsabilidade e outro, obtendo rapidamente os resultados previstos, mas nem por isso menos brilhantes. De profunda cultura bíblica, é notável nele o sentido das coisas, que o torna homem prático e concreto, filho daquela sensibilidade latino-americana que opera a sua leitura cristã da vida sobre o homem em sua realidade cotidiana.

A atualização constante sobre os fatos da vida e da história, tornou-o particularmente atento aos sinais dos tempos: comprovam-no o entusiasmo com que consolidou e reforçou a obra dos oratórios de fronteira de Tijuana, México, iniciada pelo seu predecessor, P. Humberto Meneses: um serviço aos mais pobres e marginalizados. Embora não tenha tido empenhos de pastoral direta com os jovens, sempre evidenciou-se forte nele o sentido salesiano do contato com os meninos e jovens, para os quais orientou a sua missão de responsável da Inspetoria do México-Guadalajara. Os jovens com os quais trabalhou diretamente foram os salesianos em formação teológica, de Tlaquepaque, aos quais transmitiu não só a sua formação escriturística mas também a sua paixão salesiana pelos jovens.

Como conselheiro regional animou uma região que compreende 14 inspetorias, densamente variegada pela cultura, tradições, teor de vida, vivência religiosa e salesiana. A região de fato reúne nações da América do Norte, da América Central e do Caribe, e as nações da zona andina da América do Sul (Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia). A animação feita concentrou-se nos objetivos prefixados, conseguindo amalgamar tais multiplicidades e visitar todas as Inspetorias ao menos uma vez por ano, nos seis anos em que esteve no cargo.
 

 
 

Pedagogia Salesiana